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SAÚDE
Doença bacteriana, a peste bubônica deixa Ceará em estado de alerta; secretaria de saúde pede a vigilância em 42 cidades cearenses
A Secretaria de Saúde do Estado pede a vigilância em 42 cidades cearenses
Redação São Bento - PB
Postada em 16/06/2017 ás 08h25
Doença bacteriana, a peste bubônica deixa Ceará em estado de alerta; secretaria de saúde pede a vigilância em 42 cidades cearenses

Peste bubônica deixa Ceará em estado de alerta (Foto: iStockphoto/ThinkStock/VEJA)

Um alerta para notificação imediata de peste bubônica foi emitido pela Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), foi divulgado na última segunda-feira (12).


A doença é transmitida pela bactéria Yersinia Pestis, a mesma da peste negra, que matou milhões de pessoas na Europa durante a Idade Média. Essa bactéria tem como vetores pulgas de dezenas de espécies, sendo os principais hospedeiros roedores, como camundongos, ratos, capivaras e até porquinhos-da-índia.


Os humanos não são os hospedeiros naturais, mas contraem a doença quando mordidos pelas pulgas infestadas nesses animais ou inalando ar contaminado. O contato com os roedores ocorre, segundo a secretaria, quando o homem invade os ecossistemas desses hospedeiros infectados em atividades de caça, agricultura, comércio ou lazer.


De acordo com documento da Secretaria, os focos de peste são comuns em áreas de alta altitude, com temperatura mais amena e ar mais úmido.


O último caso da doença no Estado foi confirmado em 2005, por exame sorológico, no município de Pedra Branca. A nota técnica da secretaria orienta vigilância em 42 cidades cearenses. As principais áreas de risco com foco de peste e, portanto, de importância para a vigilância estão localizadas nas Serras de Baturité, Serra do Macaco, Uruburetama, Pedra Branca, Ibiapaba, Matas e Chapada do Araripe, de acordo com nota da Secretária de Saúde do Ceará.


Ainda que nenhum caso tenha sido efetivamente detectado, o órgão destaca que “a persistência desses focos deve ser considerada uma ameaça real e permanente de acometimento humano nessas regiões, que pode estender-se para outros lugares, inclusive centros urbanos, tornando-se imperativo que os técnicos de saúde estejam preparados para lidar com o problema”.

FONTE: Veja
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